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Um motorista no caminho certo, a história de Valdemir Cavalcante ou para os mais íntimos “Sacolinha”, cooperado apaixonado pela profissão e pela Coopcam
Data: 03/09/2018



Hoje a história acontece em São Gabriel da Palha, região noroeste do ES. Vamos conhecer um pouco sobre a história do Valdemir, um homem simpático, de sorriso largo no rosto, mais conhecido na cidade como Sacolinha, um apelido carinhoso que ganhou durante uma festa, ao levar churrasco para sua esposa em uma sacolinha plástica.

Sacolinha é casado há 32 anos com Terezinha, tem duas filhas: a Sabrina e a Gabriela, além dos netos Yasmin e Israel. Motorista há 26 anos, ele começou sua profissão fazendo parte de associações, mas infelizmente não muito sérias. “Antes da Coopcam, éramos obrigados a fazer fretes bem abaixo do valor de mercado e levando mais peso do que o caminhão comportava. Com isso meu veículo quebrava mais rápido, desgastava os pneus de forma acelerada e ainda trazia riscos para a minha vida. Eu e meus colegas tínhamos que andar com muito peso e o sobro de cuidado pelas rodovias. E se nos recusássemos, outros iam no lugar. Era praticamente uma obrigação para sobrevivermos”, contou.

Mas aí o convidaram para fazer parte da Coopcam. Na época precisavam de 20 pessoas e ele aceitou o desafio. “Fiz parte da diretoria e graças a Deus estou aqui até hoje. Se não fosse a Coopcam, não sei se teria metade do que tenho hoje. Eu comecei a conquistar coisas e minha vida, após me tornar cooperado”, disse ele.

Valdemir conta que sua vida antes da Cooperativa permitia apenas com que ele se sustentasse, mas não conseguia juntar dinheiro, nem prosperar. Mas agora a realidade é outra e na Coopcam tem aquele frete certo; INSS pagos, e o principal, passou a ser mais valorizado. 

“Eu entrei para a Cooperativa com um caminhão velho, hoje tenho um novo e adquiri ainda um ônibus. Adquirir carros de grande porte hoje, ou você entra em dívida ou em financiamento. Mas não é fácil conquistar”, afirmou o Cooperado. 

As conquistas vieram com muita economia, já que segundo ele mesmo, não é uma pessoa gastadora e nem mexe com coisa errada. “Entrando na Coopcam me sobrou mais. O caminhão já era um desejo meu e o ônibus foi através de uma visão no futuro que o presidente da Cooperativa teve, após um intercâmbio, no qual ele notou que daria para colocar um transporte de passageiros na Coopcam também. Aí ele propôs aos cooperados, colocou tudo na ponta do lápis e fez o papel de um verdadeiro consultor financeiro”, pontuou Sacolinha. 

Ele ainda contou que o que tem hoje, dá graças a Deus e à Cooperativa. “Já tem dois anos que estou pagando o ônibus e ainda me sobra alguma coisa. Além de eu poder empregar uma outra pessoa. Eu nunca imaginei poder dar serviço a alguém e hoje posso. E o financiamento é com o Sicoob, porque acredito no Cooperativismo”, se orgulha.

Valdemir finaliza sua entrevista com um recado. “Quem não faz parte da Cooperativa, eu aconselho a entrar. Estou muito satisfeito. Melhorei em todos os aspectos da minha vida, muito além do financeiro. Melhorei minha saúde, minhas amizades e até a autoestima. EU SOU COOPCAM, EU VISTO A CAMISA”, concluiu.



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