HISTÓRIA DO SESCOOP/ES



 

O setor privado conhece bem os efeitos das Entidades SENAI, SESI, SENAC, SESC, SENAT, SEST, SENAR e SEBRAE na preparação de mão-de-obra especializada para melhorar o parque Industrial, comercial e de serviços do Brasil. Estas Organizações, que na linguagem comum passou a ser chamada de Sistema 'S', contribui significativamente para o desenvolvimento do País como um todo e as cooperativas contribuíam para este sistema sem, contudo, obter um programa específico para o Cooperativismo.

 

A necessidade de programa idêntico inspirou o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo - SESCOOP, criado pelo Governo Fernando Henrique Cardoso, através da Medida Provisória 1.715 de 03 de setembro de 1998, face o reconhecimento do importante papel que as cooperativas de todos os ramos desempenham no contexto da economia nacional. Com base nas transformações mundiais e no entendimento de que o ensino e a capacitação profissional são instrumentos estratégicos, por excelência, para vencer os desafios da competitividade e da empregabilidade, garantindo o desenvolvimento da economia cooperativista, levaram o Governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso a autorizar a criação do SESCOOP.

 

O SESCOOP nasceu à imagem e semelhança das organizações congêneres citadas (SENAI, SESI, SENAC, SESC, SENAT, SEST, SENAR e SEBRAE), as quais possuem exemplos concretos de como o setor privado pode conseguir, com sucesso e economicidade de recursos, conduzir programas de capacitação profissional capazes de atender suas necessidades, respeitando a natureza de sua organização e os aspectos doutrinários que lhe são próprios. A novidade que se acrescenta a criação do SESCOOP é ser um Serviço voltado exclusivamente para o público cooperativista, dentro das características específicas do cooperativismo e suas demandas diferenciadas.

 

O SESCOOP não implicou em acréscimo às responsabilidades financeiras do erário público e a fonte dos recursos, a partir de janeiro de 1999, adveio das próprias cooperativas que passaram a destinar o valor das contribuições de 2,5% (dois vírgula cinco por cento) sobre a folha de salários dos empregados das cooperativas. Vale ressaltar que o mesmo valor era devido e destinado a outras instituições similares.

 

O SESCOOP passou a ser um instrumento de extrema importância no que tange à elevação dos índices de profissionalização e da gestão das sociedades cooperativas, permitindo acelerar os investimentos que elas vêm fazendo para o aperfeiçoamento do processo administrativo e operacional, essenciais ao desafio da competitividade e da globalização. O SESCOOP iniciou seus trabalhos em todo o País com o desafio de proporcionar as condições necessárias para tornar as cooperativas brasileiras cada vez mais fortes, eficientes e profissionais, gerando maiores riquezas.

 

O futuro do SESCOOP é estimulante porque fica o desafio de desenvolver programas para capacitar e treinar empregados, dirigentes e membros das empresas cooperativas brasileiras. Falamos de um universo de milhões de pessoas nos diversos ramos do Cooperativismo que precisam se atualizar, modernizar e ganhar espaço no mercado nacional e internacional, dentro de uma economia que se movimenta a todo instante. Aplicar em educação, monitoramento, capacitação, e no social com recursos das próprias cooperativas significa a maturidade do Sistema Cooperativista para se igualar ao Cooperativismo Mundial. As cooperativas estão acostumadas a um regime democrático de gestão e o SESCOOP será monitorado por todos os ramos para alavancar o desenvolvimento das cooperativas, auxiliando-as na preparação do grande salto de qualidade, competitividade e produtividade indispensáveis para o crescimento de sua participação no mercado globalizado.

 

O cumprimento deste plano ambicioso requer que as cooperativas garantam que os recursos cheguem ao SESCOOP. Por esta razão, pedimos aos Dirigentes observarem a filosofia do sistema, orientando seus subordinados para o preenchimento correto das informações necessárias nas guias da Previdência Social e de outras entidades, conforme orientações específicas em cada janela deste site.

 

Fonte: Cartilha para preenchimento correto das guias GPS e GFIP elaborada e assinada pelo Presidente da OCB, Dr. Dejandir Dalpasquale






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